Coronavírus demanda ação imediata

por Milene Thome publicado 12/03/2020 10h51, última modificação 12/03/2020 10h51
O vereador Renato Queiroz está propondo ao governo de Roraima, parlamentares das Bancadas estadual e federal e Prefeitura de Boa Vista e demais municípios, a tomada de decisão enérgicas e sem precedentes na história do estado.

O vereador Renato Queiroz está propondo ao governo de Roraima, parlamentares das Bancadas estadual e federal e Prefeitura de Boa Vista e demais municípios, a tomada de decisão enérgicas e sem precedentes na história do estado.

O parlamentar usou suas redes sociais para conclamar todos que representam Roraima a se unirem para que os impactos com a chegada do coronavírus não tenha um reflexo tão avassalador como está sendo registrado em varias regiões do planeta.

A preocupação se intensificou com registros de suspeita da doença no estado do Amazonas e um óbito confirmado na Guiana.

Renato destacou que o intenso fluxo migratório através de Pacaraima e Bonfim, trazem profunda preocupação de uma eminente propagação da pandemia em Roraima, que tem um frágil sistema de saúde, com poucos leitos e equipamentos especiais que possam ser usados no suporte à vida de possíveis infectados.

“Vemos apenas movimentações do governo Federal no sentido de resguardar as fronteiras através dos aeroportos e portos. Não vemos nenhuma linha de raciocínio para a entrada de pedestres no país, como é o nosso caso. São milhares de migrantes entrando todos os dias sem o devido controle sanitário. Não precisamos esperar doença chegar e se alastrar para tomar as iniciativas. Vamos nos unir e tomar medidas preventivas”, defendeu.

Finalizou pontuando que ainda na quinta-feira, 11, protocolará na Câmara, requerimento a ser apreciado por seus pares, na maior urgência possível, determinando que o município, a partir da identificação do primeiro caso de coronavírus dentro de seu território, suspenda todas as atividades possíveis que estejam sob sua jurisdição, assim como a mudança dos procedimentos de atenção à saúde em postos e hospitais.

“Em linhas gerais, vamos indicar que se adiante as burocracias exigidas pela tomada de tais iniciativas, para que a resposta prática, à crise que se desenha, possa ser tomada o mais rápida possível”.

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